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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Like puppets
You come into this world knowing nothing. All you do is feel.
When you're a baby, you feel love or rejection. You feel security or danger. Hunger or fear. Happiness or sadness. You know why, in that moment you feel it and you know how to achieve satisfaction.
But that's when you're a child, cause when I was little all that mattered was the present. I'm hungry, I eat. I'm sad, I cry. I'm hapy, I laugh. I'm lonely, I seek attention. Cause there are no ulterior motives.
But then, you meet other people. You seek attention but sometimes no one hears you. You laugh but sometimes it's not funny for others. You play as you wish, but sometimes you can't. You feel sad, but sometimes you should learn from it.
After you learn to communicate, you get yourself some friends. You chase them around, play with them, fight with them and then get some new friends. You've learned how to survive: make friends, don't get caught and always do your best.
When you start to be aware of your feelings, in a more deeper level than just the primary needs, that's when it all changes. You start planning things, having ulterior motives and all to satisfy your wishes. You relearn again, how to survive: smile, ask for forgiveness, never show your feelings.
From then on, it's all a puppet show. What you present yourself to be by day can be tottaly different from what you present yourself to be by night. It's all in the acting.
People start liking the idea of you. They like the person you present yourself under circunstances that you can control, you choose what to say, when to say and how and who you should say it to. It's like being an actor, and everyone's an audience. You don't share the hard parts, the difficult nights, the nightmares and the tears or the regrets. You give them what they want and get what you think you need.
That's all you do the rest of your life. And why? To achieve your dreams? Or someone else's?
Is it you happiness or is it someone else's standard's and dreams? Think about that.
When we start realizing that we influence each other in every aspect, that's when you figure it out: We can be ourselves. That's when the light comes, the love enters and happiness isn't just a mask.
When you realize how powerful you are, that's when you chase your dreams and do god.
Cause when enough people look stupid, it becomes normal.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
I could be like you, but I like me better
Eu podia ser perfeita. Ou pelo menos roçar a perfeição bem mais perto do que agora.
Mas não tenho esse tipo de tempo, tenho prioridades. E algum senso comum.

Mas não tenho esse tipo de tempo, tenho prioridades. E algum senso comum.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
It came back with a story to say
Há coisas que me fazem confusão. Eu sou do género de pessoa que segue mais o instinto, o sentimento, do que o que vejo e o que oiço, etc... Acho que o que vemos nem sempre é verdade, o que ouvimos muito menos e o que sentimos, bem, o que sentimos é verdadeiro. É o instinto cru que existe em cada um de nós, que nos tenta às vezes avisar mas que decidimos ignorar. E porquê? Porque nos dizem que está errado? Porque fica mal? Porque temos outras intenções? Não. As pessoas deviam ser mais cruas. Mais 'raw'.
Mas depois, há aquela parte engraçada das pessoas. O seu historial, a sua vivência, dá-lhes graça. Dá-nos vontade de ajudar, proteger, animar, abraçar, beijar, envolver, ser um. Isso tudo porque somos quem somos, porque não somos raw, porque cometemos erros, porque fazemos merda e magoamos pessoas, porque fazemos disparates. Todos estas tentativas frustradas, erros, disparates surgem da nossa frustração. Seja ela qual for, seja por causa do trabalho, por causa da faculdade, por causa duma amizade, dum amor ou por causa da coisa mais simples como não encontrar a camisola certa. Os disparates surgem destas nossas necessidades de viver desta maneira parva, fútil, descaradamente não humana. Percebem?
É isso que nos dá piada, as nossas cicatrizes. E no entanto, tudo o que as faz aparecer, é mau. Mas é bom.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Alma
Estar com ele
Sabendo que é desta
Mas sabendo bem
Que sem esta não haverá outra.
É a dor da solidão acompanhada,
A espera antecipada
Por noites não abandonada
Mas ainda assim só.
Comigo me deito,
Mas assim
Com todo este alento.
Deixa de haver uma razão
De esperar por essa vez
Pela qual tudo faz sentido,
E tem significado.
É olhar nos olhos
E senti-lo perto
Sem conhece-lo.
Ainda sem lugar, nem hora,
Mas certeza.
Que no relógio da vida,
O fim desta espera existe
Nos braços de quem me pertence.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
I wish it could go on forever.
"Our story has three parts: a beginning, a middle, and an end. And although this is the way all stories unfold, I still can't believe our didn't go on forever.." Nicholas Sparks

quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Estudar, estudar, estudar! E estudar mais e mais, e mais.
Quero ir às compras, quero ir à praia, quero ir ao café, quero não fazer absolutamente nada.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Uma rapariga nunca esquece o primeiro rapaz de quem gostou mesmo quando as lembranças não são assim tão perfeitas. Uma rapariga nunca deixa de sonhar, chega a um ponto em que nos esquecemos das coisas más e lembramo-nos apenas das coisas boas. Sem querer vemos coisas onde não existem, vemos sinais em tudo. Porquê? Porque nunca perdemos a esperança.
Porque fomos 'alimentadas' com a esperança de encontrar o nosso príncipe desde pequeninas, quer tenha sido pelos pais, pelos amigos, pelos filmes, pelos estranhos, etc.
Somos incentivadas a perseguir o drama, queremos o que não podemos ter, queremos QUEM não podemos ter e acabamos por nos meter em dramas mesmo a toda a hora. Porque gostamos de dramas, porque os dramas acabam com um final feliz e o amor prevalece. Expômo-nos constatemente, corremos o risco de nos magoarmos vezes e vezes sem conta só pela possibilidade de encontrarmos o príncipe encantado.
Se somos ridículas? Pode ser que sim.
But smart has the brains, stupid has the stories.
Sim, nós expomo-nos e corremos riscos e magoamo-nos e voltamos a fazer o mesmo novamente só porque queremos alguém connosco. Mas porquê? Porque queremos um rapaz que queira estar connosco, que luta por isso, tão simples quanto isso.
E agora surge a velha questão dos rapaz "porquêÊÊÊ que as mulheres são tÃÃÃoo complicadas?".
Assim eu respondo:
Então se não fôssemos complicadas qual seria a piada? Digam-me lá todos os apaixonados se os defeitos não fazem parte do que mais gostam da vossa namorada?
As coisas são assim porque têm que ser assim. Como todos nós morremos, todos nós sofremos. Não porque o Adão ou a Eva morderam a maçã, mas sim porque.. senão qual seria a piada?
Temos que sentir o mau para sentir o bem, temos que sofrer para lutar e conseguir o que queremos para sentir aquele sentimento a que chamamos vitória. Porque sem o sofrimento não existia a vitória, não existia o arrependimento, não existia o orgulho..
Coisas lindas para mostrar o pernal (estilo angelina jolie talvez? hmm.. não)
Esta saia é mesmo amorosa acho que tanto a vejo a ser usada de uma forma soft e mais formal como num estilo mais hardcore com botas pretas, adoro-a apesar de estar, na minha opinião, muito mal combinada nesta fotografia.
http://www.zara.com/webapp/wcs/stores/servlet/product/pt/pt/zara-S2012/189504/810503/MINI-SAIA%2BGUIPURA
linda, mas começo a ficar farta das rendas.. ugh
Mais uma saia que me derrete por dentro, também gosto muito em branco. Aliás acho que prefiro em branco. Não sei, por mim levava-as todas para casa..
http://www.zara.com/webapp/wcs/stores/servlet/product/pt/pt/zara-S2012/189517/826916/SAIA%2BCOMPRIDA%2BC%2B%2BABERTURAS
Adoro, só torço o nariz à parte de cima da saia que podia estar mais engraçada. Se quisesse usar esta saia com uma camisa por dentro ficaria estranho..
http://www.zara.com/webapp/wcs/stores/servlet/product/pt/pt/zara-S2012/209521/728535/SHORTS%2BAS%2BPINTAS
queridos que só elesssss
http://www.zara.com/webapp/wcs/stores/servlet/product/pt/pt/zara-S2012/189516/751501/VESTIDO%2BESTAMPADO
queroo! quero tanto, aiii..
muitoo hippie, gosto gosto muito!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Sinto-me um caco..
Desde que fui ao Porto que ainda não me recompus, os trabalhos acumulam-se, os exames estão aí à porta, tenho coisas importantes a resolver, decisões para tomar, pessoas a quem responder.. E a única coisa que sinto é dor, uma dor tão grande que nem olhar-me ao espelho se consigo. Desato logo a chorar esteja onde estiver, e acho que não tarda muito não tenho mais lágrimas para chorar.
Não houve uma noite que não tivesse ido dormir sem deitar um olhinho às mensagens antigas com conversas queridas, não houve uma noite que não chorasse. Todos os dias me questiono o porquê de todas as minhas relações correrem mal, e começo a achar que a culpa é minha de alguma forma. Fico facilmente agarrada às pessoas e apesar de ser rapariga com juízo e saber dizer não e mandar dar uma volta quando preciso, fico séculos e séculos a chorar com saudades. Mesmo sabendo que a decisão foi a certa fico sempre com remorsos apesar de nunca voltar atrás com a palavra. Porque acredito, ou acreditava, que se eles não se esforçam para nos conseguirem é que não nos merecem.
Esta foi a primeira e última vez que fui atrás de alguém.. Arrependi-me mal pus os meus olhos nos deles. Consegui perceber que ali não havia mais nada mal ele me abriu a porta e me olhou com 'aquela' cara (tão depressa não me esqueço dela), e comecei imediatamente a sentir arrependimento. Acho que sempre esteve ali bem escondido, o meu instinto tentou pronunciar-se mas quando estamos apaixonadas por alguém nem sempre conseguimos pensar com clareza.
Foi o pior dia da minha vida, um dos. E hoje pela primeira vez começo a ver as coisas de maneira diferente, como ontem adormeci de cansaço nem me lembrei de chorar e hoje acordei em modo zen até chegar à casa-de-banho e ver-me ao espelho, foi quando as memórias voltaram todas, estilo relâmpago. Tentei ignorá-las, meti a pasta dos dentes na escova e lavei os dentes, mas as lágrimas saltaram sem qualquer aviso. Escorreram-me pela cara como uma torneira a pingar. Mas é bom saber que hoje foi um bocadinho diferente. Um bocadinho insignificante, mas que me faz ter uma vontade diferente de fazer as coisas, de me alimentar e de cuidar de mim. Apesar de tudo tenho mantido a calma, tenho estado de luto mas sei que isto não é para sempre e que um dia vai passar.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
...
I wanna make my own history. But I don't feel like talking to anyone, not even bloggin' about it seems like a good idea. I've been in bed for the last 24 hours at least and I can't seem to find a reason to get up and go outside. But I hope I'll find it soon,
see you xoxo
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Go big or go home

Tenho uma escolha a fazer, e toda a gente sabe que escolhas não são facéis.
Se as escolhas mais simples às vezes nos fazem parar por um minuto, às vezes as mais difíceis levam mais que deviam.
Porque fazer escolhas é dar rumo ao futuro. O que escolhemos influencia tudo, apartir da tomada de decisão existem infinitos caminhos e tudo depende se as tomamos acertadamente ou não.
Segundo a minha perspectiva, o melhor é tomá-las seguindo os nossos instintos. Porque os nossos instintos vêm do nosso coração, e o que vem do coração é-nos muito querido, o que só nos faz lutar mais e mais. E inevitavelmente chegar ao nosso destino.
O problema é ouvir o nosso coração, porque algumas coisas ou vontades e medos podem interferir. O medo de falhar, o medo de desapontar alguém, a vontade de querer algo, alguém ou alguma coisa pode interferir nessa decisão.
O melhor a fazer é tentar, e tentar até ao nosso máximo para não deixar nada para trás que não esteja acabado e resolvido. E daí tomar a nossa decisão.
Seja qual for a razão que nos mova, nunca devemos deixar incertezas no nosso passado.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
I ❤ NY
http://jakandjil.com/
perco-me neste blog, fico horas a olhar para estes estranhos em Nova Iorque.
perco-me neste blog, fico horas a olhar para estes estranhos em Nova Iorque.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Martine
Acho que todos temos uma certa tendência para levar sempre com a rebentação das ondas na cara e engolir muitos litros de água. Não porque não sejamos fortes, mas porque não estavamos preparados para a onda ou porque não nos restava muita força para mergulhar e evitar a onda.
Com o tempo, aprende-se a mergulhar debaixo da onda e vir logo ao de cima, assim que se pode. E isso torna-se automático em nós. Em muitas pessoas, esta aprendizagem demora a vida inteira. Noutras, demora anos. Noutras, vem de estarem já escaldadas de terem levado com centenas de ondas de frente, como eu.
E mais cedo ou mais tarde, damos por nós inteiramente preparados face à vinda de uma onda. Damos por nós a ter um tempo de reacção de mergulho inimaginavelmente rápido. Damos por nós a gerir dramas como se se tratassem de pequenas coisas. Damos por nós a ajudar os outros a mergulhar e a vir ao de cima, para que também eles não levem com a rebentação das ondas deles.
E quase sempre os outros ficam muito surpreendidos. Por terem sido salvos e pela nossa reacção. Mas o que eles não sabem, é o caminho que fizemos até termos ficado como ficámos.
retirado de : À procura da Terra do Nunca
Adoro este texto e adoro o blog, personal favorite e recomendo todos os dias.
Give me love
Eu acredito em almas gémeas. Sim, confesso que sou uma daquelas pessoas que acreditam no destino. Acredito que duas pessoas que nascem uma para a outra podem viver a sua vida durante anos sem se encontrarem, podem sofrer por males de amor sem encontrar "o" amor.
Mas na devida altura as suas vidas cruzam-se e tudo a partir daí parece mais significativo por termos aquela pessoa connosco. É essa pessoa que nos muda para sempre, que nos separa a vida em dois períodos: o período antes e após a termos conhecido.
Essa pessoa é a linha que os separa. Ela completa-nos, e enaltece o que de melhor há em nós, faz-nos querer mais e lutar com mais força!
Mas, acredito também nas almas perdidas (chamemos-lhes isso), o que são? São pessoas que nasceram uma para a outra mas não para sempre.
Nasceram para se encontrarem e para marcarem a vida uma da outra mas apenas de passagem.
Elas têm um papel secundário que na nossa vida, pode nem sempre ser possível perceber isso à primeira vista mas essa é a verdade. É poderoso o seu papel, igualmente importante que o da alma gémea.
Marcam-nos de formas diferentes, alteram-nos e entram dentro de nós conseguindo passar muralhas por mais ninguém atravessadas e mentiras que nos protegem seladas pelo medo, que construímos para os outros.
E de certa maneira, abrem caminho para a alma gémea. Daí a sua importância.
Let me fall
Just the possibility gave me chills. The possibility to see you, to be near you and pretend to ignore you. regreted mt earlier decision, and mostly I regreted not being there.
That's why I say yes to everything, and that's why I'm always out and never home. Because of that small window, when faith gives me a few seconds to be where you are, to be seen by you and to see you...
To crave you and just be happier that one day by pretending you saw me too and you too were as happy to see me.
Pretending is all I do, pretending I don't care, pretending I don't still love you, pretending I'm not waiting, pretending I'm happy, pretending I'm not broken, pretending I am still the same, pretending like nothing gets to me. That I'm fine. Fine. But fine is the air I breathe, fine is the food I eat. Fine is not me right now.
I feel pain everywhere. Parts of me I didn't even know existed are hurting so much I can hardly breathe.
Watching myself in the mirror hurts, and I cry everytime I do it because I'm always standing alone.
Because all I do now is cry myself to sleep. And that calms me, it's a way to still be with you.
To still be someone that cries over you, someone that was once in your life and meant something to you.
That's all I have now: tears. So don't tell me to stop, please don't help me make me feel better.
Because crying is all I can do not to feel alone.
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