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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sinto-me um caco..


Desde que fui ao Porto que ainda não me recompus, os trabalhos acumulam-se, os exames estão aí à porta, tenho coisas importantes a resolver, decisões para tomar, pessoas a quem responder.. E a única coisa que sinto é dor, uma dor tão grande que nem olhar-me ao espelho se consigo. Desato logo a chorar esteja onde estiver, e acho que não tarda muito não tenho mais lágrimas para chorar.
Não houve uma noite que não tivesse ido dormir sem deitar um olhinho às mensagens antigas com conversas queridas, não houve uma noite que não chorasse. Todos os dias me questiono o porquê de todas as minhas relações correrem mal, e começo a achar que a culpa é minha de alguma forma. Fico facilmente agarrada às pessoas e apesar de ser rapariga com juízo e saber dizer não e mandar dar uma volta quando preciso, fico séculos e séculos a chorar com saudades. Mesmo sabendo que a decisão foi a certa fico sempre com remorsos apesar de nunca voltar atrás com a palavra. Porque acredito, ou acreditava, que se eles não se esforçam para nos conseguirem é que não nos merecem.
Esta foi a primeira e última vez que fui atrás de alguém.. Arrependi-me mal pus os meus olhos nos deles. Consegui perceber que ali não havia mais nada mal ele me abriu a porta e me olhou com 'aquela' cara (tão depressa não me esqueço dela), e comecei imediatamente a sentir arrependimento. Acho que sempre esteve ali bem escondido, o meu instinto tentou pronunciar-se mas quando estamos apaixonadas por alguém nem sempre conseguimos pensar com clareza.
Foi o pior dia da minha vida, um dos. E hoje pela primeira vez começo a ver as coisas de maneira diferente, como ontem adormeci de cansaço nem me lembrei de chorar e hoje acordei em modo zen até chegar à casa-de-banho e ver-me ao espelho, foi quando as memórias voltaram todas, estilo relâmpago. Tentei ignorá-las, meti a pasta dos dentes na escova e lavei os dentes, mas as lágrimas saltaram sem qualquer aviso. Escorreram-me pela cara como uma torneira a pingar. Mas é bom  saber que hoje foi um bocadinho diferente. Um bocadinho insignificante, mas que me faz ter uma vontade diferente de fazer as coisas, de me alimentar e de cuidar de mim. Apesar de tudo tenho mantido a calma, tenho estado de luto mas sei que isto não é para sempre e que um dia vai passar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

...

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I wanna make my own history. But I don't feel like talking to anyone, not even bloggin' about it seems like a good idea. I've been in bed for the last 24 hours at least and I can't seem to find a reason to get up and go outside. But I hope I'll find it soon,

see you xoxo

fail once, fail twice, fail better..

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Por isso..



Porto aqui vou eu! Desejem-me sorte..

Go big or go home



Tenho uma escolha a fazer, e toda a gente sabe que escolhas não são facéis.
Se as escolhas mais simples às vezes nos fazem parar por um minuto, às vezes as mais difíceis levam mais que deviam.
Porque fazer escolhas é dar rumo ao futuro. O que escolhemos influencia tudo, apartir da tomada de decisão existem infinitos caminhos e tudo depende se as tomamos acertadamente ou não.
Segundo a minha perspectiva, o melhor é tomá-las seguindo os nossos instintos. Porque os nossos instintos vêm do nosso coração, e o que vem do coração é-nos muito querido, o que só nos faz lutar mais e mais. E inevitavelmente chegar ao nosso destino.
O problema é ouvir o nosso coração, porque algumas coisas ou vontades e medos podem interferir. O medo de falhar, o medo de desapontar alguém, a vontade de querer algo, alguém ou alguma coisa pode interferir nessa decisão.
O melhor a fazer é tentar, e tentar até ao nosso máximo para não deixar nada para trás que não esteja acabado e resolvido. E daí tomar a nossa decisão.
Seja qual for a razão que nos mova, nunca devemos deixar incertezas no nosso passado.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Martine


Acho que todos temos uma certa tendência para levar sempre com a rebentação das ondas na cara e engolir muitos litros de água. Não porque não sejamos fortes, mas porque não estavamos preparados para a onda ou porque não nos restava muita força para mergulhar e evitar a onda.
Com o tempo, aprende-se a mergulhar debaixo da onda e vir logo ao de cima, assim que se pode.  E isso torna-se automático em nós. Em muitas pessoas, esta aprendizagem demora a vida inteira. Noutras, demora anos. Noutras, vem de estarem já escaldadas de terem levado com centenas de ondas de frente, como eu.
E mais cedo ou mais tarde, damos por nós inteiramente preparados face à vinda de uma onda. Damos por nós a ter um tempo de reacção de mergulho inimaginavelmente rápido. Damos por nós a gerir dramas como se se tratassem de pequenas coisas. Damos por nós a ajudar os outros a mergulhar e a vir ao de cima, para que também eles não levem com a rebentação das ondas deles.
E quase sempre os outros ficam muito surpreendidos. Por terem sido salvos e pela nossa reacção. Mas o que eles não sabem, é o caminho que fizemos até termos ficado como ficámos.



Adoro este texto e adoro o blog, personal favorite e recomendo todos os dias.

Give me love


Eu acredito em almas gémeas. Sim, confesso que sou uma daquelas pessoas que acreditam no destino. Acredito que duas pessoas que nascem uma para a outra podem viver a sua vida durante anos sem se encontrarem, podem sofrer por males de amor sem encontrar "o" amor.
Mas na devida altura as suas vidas cruzam-se e tudo a partir daí parece mais significativo por termos aquela pessoa connosco. É essa pessoa que nos muda para sempre, que nos separa a vida em dois períodos: o período antes e após a termos conhecido.
Essa pessoa é a linha que os separa. Ela completa-nos, e enaltece o que de melhor há em nós, faz-nos querer mais e lutar com mais força!
Mas, acredito também nas almas perdidas (chamemos-lhes isso), o que são? São pessoas que nasceram uma para a outra mas não para sempre.
Nasceram para se encontrarem e para marcarem a vida uma da outra mas apenas de passagem.
Elas têm um papel secundário que na nossa vida, pode nem sempre ser possível perceber isso à primeira vista mas essa é a verdade. É poderoso o seu papel, igualmente importante que o da alma gémea.
Marcam-nos de formas diferentes, alteram-nos e entram dentro de nós conseguindo passar muralhas por mais ninguém atravessadas e mentiras que nos protegem seladas pelo medo, que construímos para os outros.
E de certa maneira, abrem caminho para a alma gémea. Daí a sua importância.

Let me fall



Just the possibility gave me chills. The possibility to see you, to be near you and pretend to ignore you. regreted mt earlier decision, and mostly I regreted not being there.
That's why I say yes to everything, and that's why I'm always out and never home. Because of that small window, when faith gives me a few seconds to be where you are, to be seen by you and to see you...
To crave you and just be happier that one day by pretending you saw me too and you too were as happy to see me.
Pretending is all I do, pretending I don't care, pretending I don't still love you, pretending I'm not waiting, pretending I'm happy, pretending I'm not broken, pretending I am still the same, pretending like nothing gets to me. That I'm fine. Fine. But fine is the air I breathe, fine is the food I eat. Fine is not me right now.
I feel pain everywhere. Parts of me I didn't even know existed are hurting so much I can hardly breathe.
Watching myself in the mirror hurts, and I cry everytime I do it because I'm always standing alone.
Because all I do now is cry myself to sleep. And that calms me, it's a way to still be with you.
To still be someone that cries over you, someone that was once in your life and meant something to you.
That's all I have now: tears. So don't tell me to stop, please don't help me make me feel better.
Because crying is all I can do not to feel alone.